# S82.1 — Fratura da extremidade proximal da tíbia

- Link: https://cidsmed.com/cid/s00-t98/s80-s89/s82/s82-1/
- Published: 2026-08-12T20:06:56+00:00
- Author: admin

Receber o diagnóstico “fratura da extremidade proximal da tíbia” significa que o
osso da canela que fica logo abaixo do joelho sofreu uma quebra. É uma lesão causada
por um impacto ou torção, e a parte afetada fica geralmente dolorida, inchada e 
difícil de usar — muitas pessoas não conseguem apoiar o pé no chão sem dor ou instabilidade.

No dia a dia a sensação comum é dor intensa no local da fratura, inchaço que aparece
nas horas seguintes e às vezes hematoma (mancha roxa). A perna pode ficar deformada
se o osso tiver saído do lugar, e você pode notar dormência, formigamento ou sensação
de frio no pé se houver pressão sobre nervos ou vasos.

Se a fratura foi causada por um acidente, a gravidade depende do desalinhamento 
dos fragmentos e se a superfície do osso que faz parte da articulação do joelho 
foi atingida. Nem todas as fraturas são iguais: algumas se tratam com imobilização
e repouso, outras precisam de redução e cirurgia para alinhar os pedaços do osso.
O tempo de recuperação varia muito conforme o padrão da fratura e o tratamento escolhido.

Depois do diagnóstico é comum que o médico peça radiografias para documentar a posição
dos fragmentos; em casos mais complexos pode pedir tomografia. Haverá retorno para
revisar a consolidação e ajustar o tratamento; se houve cirurgia, o paciente terá
consultas de acompanhamento e fisioterapia para recuperar movimento e força do joelho.

Em casa, observar o local: aumento da dor, calor, vermelhidão excessiva, saída de
secreção ou febre justificam contato com serviços de saúde. Também procure reavaliação
imediata se houver perda de sensibilidade no pé, palidez, sensação de frio intenso
ou se os dedos do pé ficarem sem circulação visível. Seguir as orientações de imobilização
e retornar nas consultas marcadas ajuda a reduzir complicações e melhorar a recuperação.

Lembre‑se de que a presença do CID no atestado é uma opção sua; se precisar afastar‑
se do trabalho, o documento deve conter identificação, período de afastamento, data,
assinatura e CRM do médico. O curso da recuperação e a necessidade de afastamento
variam conforme a gravidade da fratura e o tratamento adotado.
